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Posts marcados ‘polêmica’

Claudinha em nova polêmica com empresários

Parece que as coisas não andam nada bem na carreira da cantora Claudia Leitte. Após o escândalo com o empresário Mauro Cardin, eis que surge uma nova polêmica. Trata-se agora de muito mais dinheiro que o caso anterior. Segundo nota veiculada nesta sexta-feira, 29, no site Bahia Notícias (BN) o empresário comercial José Moraes Alfaya acusa a loirinha do Axé music de um golpe de quase 1 milhão de reais.

Alfaya relatou para o BN que foi jogado para escanteio, tão logo o contrato foi fechado com o Banco do Brasil, em uma reunião no escritório da Ciel, produtora da cantora desde 2007. No encontro de negociação com o banco, estavam presentes, além do empresário, o pai da musa, Sr. Claudio Inácio, a gerente de marketing da Ciel, Raíssa Martins, além dos diretores de marketing e comunicação do banco, vindos de Brasília, Stênio Araújo Correia e Rafael de Freitas Peixoto. “Quinze dias depois dessa reunião, eu tentei falar com os diretores do Banco do Brasil, mas fui impedido por Raíssa. Ela disse que eu já tinha feito minha parte e que o negócio agora era com ela, e eu disse ‘como assim? O cliente é meu’. Tentei falar com o senhor Claudio Inácio, e ele também disse que eu já tinha feito a minha parte. Desde então, eles passaram a ignorar que eu existia”, declarou. Ele afirma ter direito aos 10% referentes ao valor do contrato de Claudia Leitte com o banco, no valor de R$ 3 milhões, para uma turnê de dez shows pelo país, em 2010.

O referido empresário vai mais fundo e acusa a musa de não ter realizado o pagamento dos shows fechados desde 2007, “Quanto aos shows vendidos no ano de 2007, eu deveria receber comissão de R$ 99 mil, entretanto, a Ciel simplesmente resolveu deixar de pagar as comissões, atribuindo um total de débito a mim, referente a um show que foi vendido. Eles alegaram que não deveria ter sido realizado, então me pagaram apenas R$ 15 mil. Ou seja, ainda faltam me pagar R$ 84 mil destes shows”, afirmou.

Fonte: Universo Axé

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Igor Kanário fala da briga com No Styllo

Foto: César Irará

O vocalista da banda A Bronkka, Igor Kanário, esclarece toda a polêmica que está rondando os bastidores do pagode entre a sua banda e o grupo No Styllo. Polêmico, ousado, abusado e sem papas na língua, o menino, que está em ascensão na música baiana, falou sobre o preconceito que a sociedade elitizada tem com sua música e revelou todos os detalhes da sua rivalidade com o cantor Chiclete. Segue abaixo um trecho concedido ao site Universo Axé:

UNIVERSO AXÉ –  Igor, você está a quanto tempo liderando a banda  A Bronkka?

Igor Kanário – Na Bronkka tenho dois anos, mas comecei a cantar desde meus 14 anos, passei pelo Swing do P, Patrulha do Samba… Aí resolvi sair do Swing do P e formar a banda A Bronkka, que apesar de ter apenas dois anos de criação os músicos já tocam juntos há 9 anos.

UNIVERSO AXÉ – Muita gente discrimina A Bronkka porque afirmam que o grupo é voltado para o ladrão. Vocês direcionam seu público?

Igor Kanário – Tocamos para todo tipo de público, A Bronkka não fala só de guetto, apesar de ser a nossa identidade, a nossa raiz ser a Liberdade (bairro). Temos música para agradar todo tipo de gente, sejam crianças, idosos, mulheres… nossas músicas falam de brincadeira, de amor… enfim, a gente toca o que o povo gosta de ouvir.

UNIVERSO AXÉ – Então o seu público não é marginalizado?

Igor Kanário – Eu vejo isso de uma forma diferente, estão julgando mal o nosso trabalho. O nome de fato é forte, A Bronkka, mas é a Bronkka do bem e a gente não está aqui para passar marginalidade para a galera, estamos querendo passar através da nossa música um pouco do que a gente viveu. Se as pessoas forem perceber, todas as letras das músicas da Bronkka são uma história, não são apenas refrão e estrofe, são letras.

 UNIVERSO AXÉ – Vocês não sofrem nenhum tipo de preconceito pelo estilo de cantar?

Igor Kanário – A galera tem que parar com esse preconceito porque a gente não está aqui para induzir ninguém para ir para o lado errado nunca. Estamos aqui para levar música, alegria e um pouco da nossa cultura do guetto.

UNIVERSO AXÉ – O que verdadeiramente acontece entre o Igor Kanário e Chiclete?

Igor Kanário – Na verdade, eu não tenho necessidade de ficar discutindo, brigando com ninguém sabe? Eu faço meu trabalho, sei do meu talento, sei da minha voz, sei que o povo sabe que a voz é minha e quem me imita é ele… Mas tudo que é bom se copia e o resultado é esse que todo mundo vê, que é o rapaz de lá imitando, mas está perdendo tempo, porque Igor Kanário só tem um, é único!

UNIVERSO AXÉ – Muitos artistas já passaram por essa situação. Qual o problema disso?

Igor Kanário – O problema que já está passando do lado musical, a gente não está aqui apelando para aparecer. Muita gente pensa que é jogo de marketing para as duas bandas se engrandecerem, mas não é… Já é um problema pessoal, já é falta de respeito, é ego de um homem, por que homem que é homem não manda recado. Enquanto estava no lado musical eu estava quieto, ele fazia a música dele de lá, eu fazia minha música de cá, mas todo mundo sabe que eu estou em primeiro lugar, que o original sou eu.

UNIVERSO AXÉ – Como você analisa essa rivalidade entre os fãs da Bronkka e No Styllo?

Igor Kanário – Queria dizer aos meus fãs que não liguem, peço a eles que ignorem… não se metam nessa briga, continuem ouvindo meu som e deixem a briga pro Kanário aqui.

Assessoria do Chiclete esclarece polêmica

A assessoria de imprensa do Chiclete com Banana divulgou nota a respeito das noticias relativas a processo judicial envolvendo o grupo o compositor Roberto Walter da Costa Mello. Segue abaixo a integra do comunicado:

 A BANDA CHICLETE COM BANANA, ATRAVÉS DE SUA ASSESSORIA JURÍDICA, EM RAZÃO DE MATÉRIA QUE VEM SENDO DIVULGADA COM RELAÇÃO AO SUPOSTO NÃO PAGAMENTO DE DIREITOS AUTORAIS AO SR. ROBERTO WALTER DA COSTA MELLO, POR CONTA DA MÚSICA “MARAVILHA COISA LOUCA”, E CONDENAÇÃO NO PAGAMENTO DE INDENIZAÇÃO POR SENTENÇA PROFERIDA PELO JUÍZO DA 19ª VARA CÍVEL DE SALVADOR, VEM ESCLARECER O SEGUINTE:

1º) EM PRIMEIRO LUGAR, A BANDA CHICLETE COM BANANA, COMO MERA INTÉRPRETE DE TODAS AS CANÇÕES, JAMAIS VIOLOU QUALQUER DIREITO AUTORAL, ESPECIALMENTE POR NÃO SER PRODUTORA DE NENHUM DISCO ATÉ ENTÃO LANÇADO NO MERCADO FONOGRÁFICO, PORTANTO NADA TENDO A VER COM ESSE PROCESSO, MUITO MENOS EM SER CONDENADA A PAGAR QUALQUER QUANTIA A QUALQUER PESSOA. ADEMAIS, A RESPONSABILIDADE PELO PAGAMENTO DE DIREITO AUTORAL É SEMPRE DA EDITORA MUSICAL NA QUAL A OBRA ARTISTICA É EDITADA, JAMAIS PELO INTÉRPRETE, QUE É O CASO DA BANDA CHICLETE COM BANANA.

2º) QUANTO À SENTENÇA, ENTENDEU O DR. JUIZ QUE O SR. ROBERTO WALTER DA COSTA MELLO NÃO TEM NENHUM DIREITO AUTORAL A RECEBER ESPECIALMENTE DA BANDA CHICLETE COM BANANA, EMBORA DE FORMA CONTRADITÓRIA TENHA DECIDIDO PELA CONDENAÇÃO POR ERRO DE GRAFIA DO NOME NA CAPA DO DISCO, FATO DE RESPONSABILIDADE DA GRAVADORA.

3º) TRATA-SE DE SENTENÇA PROFERIDA EM PRIMEIRA INSTÂNCIA, CONTRA A QUAL, EVIDENTEMENTE, CABEM INÚMEROS RECURSOS, OS QUAIS SERÃO DEVIDAMENTE INTERPOSTOS NA DEFESA DOS DIREITOS DO GRUPO MUSICAL.

Fonte: Marrom

Assessoria do Parangolé esclarece polêmica com Angra

Um trecho da briga no Twitter

Para entender a polêmica que está rolando entre Kiko Loreiro da banda de rock Angra e Léo Santana do Parangolé. O primeiro acusa a banda baiana  de  plagio. Segundo Kiko,  a música Azeviche gravada pelo Parango há quatro anos, quando o vocalista era Nenel, é cópía de Nova Era, do Angra. Léo Santana diz que essa música há muito não está no repertório do Parangolé.

Segundo Daniela Basilio assessora de imprensa da Salvador Produções, as Editoras que cuidam das músicas do Parangolé e do Angra já estão conversando para resolver o impasse.

Fonte: Marrom

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